| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Piciformes |
| Família: | Picidae |
| Leach, 1820 | |
| Subfamília: | Picumninae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | P. varzeae |
Seu nome científico significa: do (francês) picumne, piculet = pequeno pica-pau; e de varzeae = várzea (áreas sazonalmente inundadas adjacentes ao rio Amazonas). ⇒ Pequeno pica-pau da várzea.
Mede entre 8 e 9 centímetros de comprimento.
Apresenta coloração geral castanha ou chocolate. O peito, ventre e crisso apresentam tons variáveis de marrom, às vezes com leve tonalidade verde-oliva, com indistintas barras e estrias preto e branco. Queixo e garganta de cor chocolate com finas manchas brancas. Bochecha, pescoço e região auricular manchados de preto e branco. Lores claros salpicados de preto. Nuca, manto de cor chocolate, muitas vezes tingido de verde oliva escuro, por vezes se apresenta ligeiramente barrado. Supracaudais marrons. Cauda de coloração marrom escuro com as duas retrizes centrais em sua maior parte brancas. Subcaudais de coloração marrom claro e menos acentuada
Iris marrom. Bico preto com base cinzenta azulada na mandíbula. Tarsos e pés de cor cinza azulado.
Os sexos são um pouco diferente, sendo que o macho tem nas penas da porção frontal da coroa uma quantidade variável de vermelho em fundo preto. Esta coloração vermelha aparece na porção frontal e se estende até a porção mediana da coroa.
A fêmea não apresenta as penas de coloração vermelha, e apresenta a coroa preta manchada com pequenos pontos brancos.
Juvenis se apresentam mais barrados no peito e ventre (GORMAN, 2014).
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Alimenta-se de pequenos artrópodes e larvas de pequenos coleópteros.
Endemismo típico das matas de várzea e das ilhas fluviais do Baixo Amazonas, entre os Rios Negro e Trombetas. Pouco se sabe sobre seus hábitos e comportamentos.
Estados do Pará e Amazonas. Espécie residente e sedentária em uma pequena região entre a confluência do Rio Amazonas e Rio Negro, até Rio Trombetas e o Rio Tapajós (GORMAN, 2014).
Consulta bibliográfica sobre subespécies: